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Pega-pega, nunca de três

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Material

Não há.

O que é?

Brincadeira de pegador.

Para quem?

Crianças.

Onde?

No pátio, ao ar livre.

Em quanto tempo?

Um encontro de aproximadamente 90 min.

Para quê?

Desenvolver a capacidade de observar o que está à sua volta e a habilidade de interferir no rumo dos fatos, assumindo outro papel possível nas circunstâncias dadas. Clique aqui para saber mais.

Expectativas de aprendizagem

Tomar iniciativa para alterar o rumo dos fatos; colocar-se no lugar do outro; desenvolver a atenção; valorizar a solidariedade.

Como?

Na roda, converse sobre o pega-pega. Provavelmente todos conhecem a brincadeira. Diga que irão realizar essa brincadeira, mas com novidades. Neste pega-pega proposto, nunca quem está em grupo de três pode ser pego.

Explique como funciona: uma criança será sorteada para ser o pegador e outra será sorteada para ser o fugitivo. As outras se organizarão em duplas, com uma das mãos dadas e ficarão andando pelo pátio.

E se?

Ao sinal do professor, a brincadeira começa, com o pegador correndo atrás do fugitivo. Quando este se cansar ou se sentir ameaçado, pede socorro a uma dupla, pegando na mão de um de seus integrantes e formando um trio. Então, o pegador não poderá pegá-lo. Mas, essa nova situação obriga o outro participante, que não está de mãos dadas com ele, a sair da dupla, transformando-se em fugitivo. Da mesma forma, o pegador, quando se cansar, pode mudar de posição, dando a mão para uma das crianças da dupla. Aí, a outra criança da dupla assume o papel de pegador. A dinâmica da brincadeira exige concentração de atenção dos participantes.

E se?

A brincadeira prossegue até que comecem a demonstrar cansaço. Faça um intervalo para descansarem e beberem água.

De volta ao grupo, em círculo, convide-os a discutir a brincadeira, chamando a atenção para a atitude colaborativa entre os participantes. Então, sugira que criem uma variação da brincadeira que tenha essa mesma característica, propondo-se a ajudá-los.  Definidas as novas regras da brincadeira, todos voltam a brincar.

E se?

Na nova rodada de brincadeira, sorteia-se um pegador e um fugitivo, podendo haver mais de um fugitivo, conforme o número de crianças. As demais crianças se distribuem em trios, fazendo rodas e pulando. A um sinal do educador, a brincadeira começa. Quando o fugitivo quiser se proteger, pode entrar em uma das rodas dos trios, assim não poderá ser pego. As crianças do trio ficam pulando para confundir o pegador e facilitar a saída do fugitivo. Se o pegador conseguir pegar o fugitivo, ambos trocam de posição.

Depois de aproximadamente 10 min., dê um sinal e troque os pegadores e fugitivos, pedindo voluntários. E assim, sucessivamente, até que os voluntários tenham experimentado o papel pretendido.

 

Obs. Todos os links desta oficina foram testados no dia 24 de agosto de 2012.

Hora de avaliar

Sentados em círculo, peça para falarem o que acharam da atividade: gostaram? Foi divertido? Foi bom ajudar os colegas em situação difícil? Por quê? Que outras modificações introduziriam para a brincadeira ficar mais divertida? Que papel foi mais fácil de desempenhar: o de pegador ou o de fugitivo? Por quê? Foi mais fácil ajudar uns do que outros? Por que é importante pedir ajuda? Alguém não se envolveu na brincadeira? Por quê? O que ocorreu?

O que mais pode ser feito?

Poderá ser organizado um dia de pega-pega na instituição, mas com a contribuição de todos. Cada turma inventa uma variação do pega-pega, com a ajuda dos professores de Educação Física e dos educadores, digita e arquiva numa mesma pasta na rede da escola, por um período determinado, constituindo uma coletânea.  Ao final, forma-se uma comissão de educadores, professores e estudantes para ler todas as propostas e fazer os ajustes necessários em relação ao tempo e às regras, com a presença e participação de representantes da turma autora.

A coletânea poderá ser ilustrada pelas próprias crianças, ser impressa, e distribuída no dia do evento para participantes e convidados.

Fontes de referência

- Parâmetros socioeducativos: proteção social para crianças, adolescentes e jovens -  Igualdade como direito, diferença como riqueza. CENPEC; SMADS; Fundação Itaú Social. São Paulo. 2007.

- Livro de estudo: Módulo II / Karina Rizek Lopes, Roseana Pereira Mendes, Vitória Líbia Barreto de Faria, organizadoras. – Brasília: MEC. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação a Distância, 2005. 66p. (Coleção PROINFANTIL; Unidade 7)

Gostou?

Então veja também:

- a oficina “Festival de jogos recreativos”;

- os sites:

Coleção PROINFANTIL

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