Referências bibliográficas

Apresenta indicação de títulos relevantes para o tema, disponíveis somente para venda

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Este livro analisa o empenho em construir relações positivas e legítimas entre agentes externos "financiadores" e organizações e grupos sociais locais "financiados", em torno de determinados modelos e objetivos de intervenção social pela Fundação W. K. Kellogg. Está em foco a experiência dos Conjuntos Integrados de Projetos (CIPs) no Nordeste brasileiro, iniciativa que articulou durante dez anos atores sociais, instituições públicas e privadas de diversos territórios na busca pela transformação social.
Os artigos que compõem esta obra trazem reflexões sobre dilemas e responsabilidades, acertos e erros, indagações e resultados desse trabalho. Mostram que as ações incidem em espaços de formas organizacionais variadas, marcados por traços culturais e ideários, por trajetórias passadas, por ambientes empresariais e políticos locais. São narrativas sobre um processo relacional, com sua diversidade e suas dificuldades.

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O livro "O caminho para uma disciplina infantil construtiva: eliminando castigos corporais" oferece uma abordagem ampla que inclui os principais passos a serem considerados no processo de eliminar a punição corporal e fornece instrumentos necessários para alcançar esse objetivo. Mostra claramente o imperativo dos direitos humanos e descreve vários aspectos das conseqüências e implicações negativas causadas pelo castigo físico.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, o assessor especial da Unesco no Brasil, professor Célio da Cunha, destacou: "Crianças punidas fisicamente têm menos probabilidade de internalizar valores do que aquelas que não sofrem. São inúmeras as conseqüências. Inclusive, cognitivas. Dos fatores que impedem a aprendizagem, 80% são de fundo emocional".
A disciplina infantil baseada na violência vem diminuindo no Brasil. As crianças não são mais submetidas a castigos físicos na escola, mas no ambiente doméstico essa prática ainda é uma realidade. De acordo com o Sistema de Informação para a Infância e a Adolescência (Sipia), os conselhos tutelares registraram, no ano passado, 95.726 casos de atentados contra a vida e a saúde de meninos e meninas. Os principais agentes violadores são os pais e responsáveis.
No lugar da violência, o livro propõe técnicas mais construtivas e eficazes de disciplina infantil e apoio permanente para uma mudança de longo prazo.

A Pubilcação está disponível para venda no site da Livraria Cortez

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Este livro traz o resultado de ampla pesquisa realizada pelo Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) junto a 99 projetos e programas voltados para oferecer à juventude do Estado de São Paulo ações sócio-educativas, com destaque para aqueles que atendem à faixa etária de 15 a 24 anos em situação de risco social. O trabalho contemplou as publicações atuais sobre juventude, os dados populacionais e sócio-educacionais e as iniciativas em curso entre setembro de 2004 e maio de 2005, quando foram visitadas. A obra é uma iniciativa da Comgás, a partir de sua política de responsabilidade social, em parceria com a Associação Cidade-Escola Aprendiz. O prefácio é assinado pela socióloga Helena Abramo. O resultado da pesquisa marca uma diferença na perspectiva de compreensão do jovem, que tem deixado de ser apenas um problema a ser resolvido para tornar-se um sujeito capaz de encontrar soluções próprias para si e para sua comunidade.

Disponível para compra no site da Editora Peirópolis

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A publicação formulada pelo Programa de Mestrado Profissional de Adolescentes em Conflito com a Lei tem como proposta a problematização do tema à luz de novas reflexões que rompam com o olhar apenas para o efeito da criminalização e dos conflitos resultantes dentro e fora do sistema prisional dedicado a adolescentes, mas também publicar de forma regular a produção acadêmica nacional e internacional sobre situações que se configuram como conflitos socialmente percebidos em torno da adolescência.

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